José Luis Martins da
Silva
Natural de Mesão Frio, Guimarães,
tem 49 anos e vive atualmente em Creixomil, na mesma cidade. Licenciado em
Relações Internacionais, trabalha por conta própria como agente comercial. É
casado e tem 2 filhas. Começou a sua vida escutista no CNE com 6 anos, na
Alcateia do recém-formado Agrupamento 331 de S. Dâmaso, em Guimarães. Fez todo
o percurso escutista passando por todas as secções, como Lobito, Explorador
Júnior, Sénior e Caminheiro. Foi várias vezes sub-guia e guia de patrulha. Foi
também guia de Grupo. Como caminheiro participou no ACANAC de Sesimbra. Fundou
também o jornal do Agrupamento “Rover” do qual foi diretor durante 2 anos.
Concluiu com sucesso o CIP. No entanto, a exigência da vida universitária e o
afastamento de Guimarães levaram a que nunca fizesse a Investidura de
Dirigente. Não estando no ativo, nunca abandonou completamente o contacto com o
Agrupamento, aderindo ao grupo de antigos escuteiros de S. Dâmaso que 2 ou 3
vezes por ano realizavam atividades e participavam esporadicamente nas
atividades do Agrupamento, quando convidados. Foi assim com naturalidade que em
1999 foi um dos fundadores do Núcleo de S. Dâmaso da FNA tendo sido o seu
primeiro Presidente. Em dois mandatos sucessivos, de 2005 a 2011 desempenhou o
cargo de Presidente da Mesa do Conselho Regional de Braga. Liderou as comissões
organizadoras do I ACAREG e do VII ACANAC. É desde 2011 o Presidente da Direção
Regional de Braga. Em 2012 concluiu com êxito o Curso Nacional de Diretores de
Formação. Foi distinguido com 2 Louvores Nacionais e a Medalha da
Solidariedade. Além da paixão pelo escutismo, gosta de música e concertos ao
vivo, de caminhar nas montanhas com os seus irmãos escutas do Núcleo de S.
Dâmaso, de viajar, ler, conviver com amigos e a família, descansar em
Esposende, e do Vitória de Guimarães.
Carlos Alberto da Cunha Santos
Natural e residente em Urgezes,
Guimarães, tem 36 anos. É Técnico de Vendas. Casado, tem dois filhos, ambos
escuteiros. Começou a sua vida no escutismo em 1986, quando fez a Promessa de
Lobito no Agrupamento de Urgezes, onde foi sub-Guia de Bando. Foi ainda
Explorador, tendo sido guia de Patrulha, e Pioneiro, até deixar o ativo. Em
2008 foi um dos fundadores do Núcleo de Urgezes da FNA, tendo sido o seu
primeiro Presidente. Fez parte da Comissão Organizadora do I ACAREG e do VII
ACANAC, pelo que foi distinguido com um Louvor Regional. Fez o 1º Curso de
Formadores da FNA e em 2012 o 1º Curso Nacional de Diretores de Formação, que
concluiu com êxito. É desde 2011 o Vice-Presidente da Direção Regional. Além da
paixão pelo escutismo, gosta de passear, de conviver com amigos e de estar em
família. Gosta de tocar guitarra, de ver cinema em casa e passear a sua cadela
Labrador.
António Leite de Oliveira
Nasceu em Brito, Guimarães, há 74
anos, onde ainda vive. Reformado, é casado com uma escuteira, pai de 3 filhas,
4 netas e 1 neto, que foram todos escuteiros. Iniciou o seu percurso escutista
em 1945 quando com 6 anos se tornou Lobito, tendo sido escuteiro no Grupo 124
de Brito até aos 18 anos, em 1958, quando embarcou para Angola. Em 1989
ingressou na Fraternidade Nuno Álvares. Num período de crise do escutismo na
paróquia, foi convidado a exercer as funções de Chefe do Agrupamento, o que fez
durante 4 anos, como associado da FNA e com o lenço castanho. Fez parte da
Comissão Organizadora do I ACAREG e do VII ACANAC, pelo que foi distinguido com
um Louvor Regional. Desde 2011 que é secretário da Direção Regional, tendo
recebido a Medalha da Solidariedade, pelo seu extraordinário espírito
escutista. Além da paixão pelo escutismo, gosta de bons negócios, de
preferência de ocasião, de carros antigos, que coleciona, de música da América
Central e do Vitória de Guimarães.
António Leite Soares (Melo)
Natural da Rua da Arcela, em
Guimarães, tem 65 anos e vive atualmente em Fermentões, na mesma cidade.
Reformado, é casado e tem uma filha, dirigente no CNE, e um neto, que é
atualmente o centro da sua vida. Começou o seu percurso escutista aos 12 anos,
em 1960, no Agrupamento de Azurém, com o famoso Chefe Ratolino, tendo-se
mantido no ativo até 1967. Em 1969 foi um dos fundadores do Agrupamento 331 de
S. Dâmaso, mas nunca chegou a exercer nenhum cargo dirigente porque foi
entretanto chamado para cumprir o serviço militar em Angola, tendo depois
emigrado para França. No entanto, manteve sempre o contacto com o Agrupamento,
ajudando sempre que podia e fazendo parte do grupo de antigos escuteiros, que
deu origem ao Núcleo da FNA, do qual foi um dos fundadores, seu primeiro
Vice-Presidente e segundo Presidente. Fez parte da Comissão Organizadora do I
ACAREG e do VII ACANAC, pelo que foi distinguido com um Louvor Regional. É
Secretário da Direção Regional desde 2011. Além da paixão pelo escutismo, gosta
de brincar com o neto, de cozinhar, de comer bem, de preferência acompanhado de
um bom tinto e de ver futebol na televisão. Gosta do Natal, já que recebe
sempre em casa a família dos dois lados do casal.
António José Lima Rodrigues Dias
Nasceu em Creixomil, Guimarães,
há 54 anos, é motorista e vive atualmente em S. João de Ponte, na mesma cidade.
Casado, tem 3 filhos, dois dos quais escuteiros, e 2 netos. Iniciou o seu
percurso escutista como Lobito, em 1958, aos 8 anos, no Agrupamento de Urgezes,
para onde foi viver a partir dos 3 meses de idade. Foi Explorador e Caminheiro.
Fez a Promessa de Dirigente mas nunca exerceu funções, tendo abandonado o ativo
em 1980, devido a razões profissionais. Ingressou então no grupo de antigos
escuteiros de Urgezes, que realizam todos os anos um encontro. Em 2008 foi um
dos fundadores do Núcleo de Urgezes da FNA. Fez parte da Comissão Organizadora
do I ACAREG e do VII ACANAC, pelo que foi distinguido com um Louvor Regional. Desde
2011 é um dos Secretários da Direção Regional. Além da paixão pelo escutismo,
fez uma carreira na arbitragem de futebol, primeiro como árbitro e atualmente
como observador. Gosta de passear, preferindo as pequenas localidades às
grandes metrópoles. Gosta de conviver com amigos e família e de uma boa festa.
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