quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Objetivos Programáticos


1 – Expansão.
Acreditamos que nos principais concelhos da Região de Braga está criada uma dinâmica que só por si é suficiente para levar ao aparecimento de novos Núcleos. À Direção Regional bastará estar atenta para apoiar as intenções que surjam. Assim, decidimos que no próximo mandato iremos apontar os nossos esforços para os Núcleos do CNE onde não exista FNA ou onde existam poucos Núcleos: Barcelos, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho e Vila Verde. Iremos pedir reuniões com todos os Chefes destas Juntas de Núcleo para lhes falar da FNA e do nosso projeto. Por outro lado, vamos tentar atrair a atenção dos meios de comunicação para a nossa Associação, e em especial para a nossa Região. É uma tarefa difícil, mas que pensamos poder ajudar-nos a conseguir aumentar o conhecimento das pessoas em geral sobre o que é a FNA e o Escutismo Adulto.

2 – Departamentos Regionais.
Com o aumento das solicitações e da dinâmica na Região, começa a ser difícil á DR aguentar sozinha com todas as tarefas. Os departamentos regionais podem ser ajudas valiosas em objetivos concretos. Vamos, para já, manter o Departamento Regional de Proteção Civil e criar o Departamento Regional de Comunicação e Imagem. Se ao longo do mandato virmos necessidade de aumentar o número de departamentos, iremos faze-lo.

3 – Relações com o CNE.
Este ponto é um dos que nos causa maior satisfação, pelos resultados obtidos até agora. Assim, vamos manter o relacionamento estreito que já temos com a Junta Regional de Braga e alguns Núcleos do CNE, com destaque para os de Guimarães, Famalicão, Cego de Maio, Fafe e Braga. Iremos manter a nossa colaboração com a revista “Indaba” e a nossa participação na equipa do PCEG. Estaremos atentos a novas possibilidades e daremos resposta positiva a todas as solicitações que venhamos a receber do CNE, seja a que nível for.

4 – Formação.
A Formação é já uma realidade na Região de Braga. A equipa de formadores está a trabalhar e os resultados já se veem. O objetivo para o próximo mandato é o de afinar o nosso plano de formação pelo novo sistema do Departamento Nacional de Formação. Iremos continuar a realizar pelo menos uma grande ação de formação anual e eventualmente outras mais pequenas, flexíveis e direcionadas para objetivos concretos.

5 – Recolha de dados histórico da Região.
A FNA vai fazer 60 anos em 2015. São já muitos os momentos históricos vividos. Pela lei natural, vamos perdendo alguns dos protagonistas, cuja memória guardava muita da informação indispensável para nos conhecermos a nós mesmos. Assim, é nossa intenção começar a procurar e organizar informação estruturante do que tem sido a vida da FNA na nossa Região e que poderá ser a base para um trabalho mais completo, que registe de forma duradoura História da Região de Braga da Fraternidade Nuno Álvares.  

6 – Atividade Nacional 2014.
Mais uma vez a Região de Braga recebe uma atividade nacional. Esta será a única em 2014 e a sua organização está a cabo da Comissão liderada pela atual Direção Regional. O trabalho já está em marcha e adiantado. Temos a certeza que será mais um momento marcante e que dará a toda a associação uma imagem positiva e de grande qualidade da nossa Região.

7 – III ACAREG.
A atual DR já escolheu os organizadores do III ACAREG, que se realizará em 2016 em Pedome. Iremos apoiar totalmente o Núcleo nesta grande responsabilidade para que este evento seja mais um, na afirmação de uma vida escutista própria da FNA, nossa vivência da mística escutista.

8 – Relação com os Núcleos.
Os Núcleos são a base da Associação, a nossa riqueza na diversidade de formas de estar. Iremos sempre apoiar os nossos Núcleos e estaremos sempre presentes, como até aqui, em todos os eventos ou atividades para os quais sejamos convidados.

9 – Vivência da Fé.
Temos consciência que a nossa Fé é transversal na nossa vida de Escuteiros Adultos, exigindo sempre a consciência plena da nossa condição de católicos. Assim, em sintonia com o nosso Assistente, iremos neste mandato procurar as melhores formas de aplicar na prática essa condição, fortalecendo cada vez mais a nossa vivência da Fé.

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